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Online Clinic participa do Global Summit Telemedicine & Digital Health 2021

A Online Clinic participou do Global Summit Telemedicine & Digital Health com duas palestras. No dia 11 de novembro de 2021, a equipe levou informações sobre o cenário da cibersegurança na saúde. No dia 12, as novas tecnologias para a gestão administrativa e financeira de clínicas e consultórios foram o tema desenvolvido pelo conselheiro da Online Clinic, Luciano Corsini. A Online Clinic também marcou presença como Patrocinadora Bronze no maior evento de telemedicina e saúde digital da América Latina, realizado de 9 a 12 de novembro de 2021.

Organizado pela Associação Paulista de Medicina (APM) e Transamerica Expo Center, o Global Summit Telemedicine & Digital Health reuniu cerca de 100 horas de conteúdo de alta qualidade, com 200 palestrantes nacionais e internacionais.

Time da Online Clinic fala sobre cibersegurança na saúde

A cibersegurança na saúde foi apresentada pelo gestor de projetos e DPO (Data Protection Officer), Paulo de Tarso Lamigueiro Toimil, CPO (Chief Product Officer), Valdir Estácio, CISO (Chief Information Security Officer), Fábio Marques, e o conselheiro e CCO (Chief Commercial Officer), Luciano Corsini.

De acordo com Corsini, a cibersegurança na saúde é assunto de extrema relevância e um dos desafios é abordá-lo junto a profissionais de saúde e gestores de clínicas e hospitais que, em sua maioria, foram formados para lidar com vidas e não com redes de internet e sistemas de segurança.

         Para os palestrantes, o primeiro passo é trazer os conceitos que envolvem esse universo e esclarecê-los para médicos, enfermeiros, técnicos e outros profissionais de saúde desse cenário, onde são indissociáveis o tratamento de pacientes e de dados e informações. 

Case sobre ataque cibernético nos Estados Unidos 

         Marques relatou um caso de violação de cibersegurança na área da saúde, ocorrido em 2019, em Wyoming, estado americano. O ataque cibernético resultou no bloqueio de informações confidenciais de pacientes e dispositivos médicos, além da exigência de um resgate. Foram cancelados serviços, como radiologia, endocrinologia e terapia respiratória. Pacientes tiveram que ser transferidos para hospitais distantes. Médicos tiveram que recorrer à caneta e papel para registrar as condições médicas e os registros de prescrição ficaram inacessíveis. Tudo ficou indisponível: de caixas registradoras a e-mails. 

Dentre os gargalos do setor, Marques destaca o fato de dispositivos médicos, muitas vezes, não possuírem controles de segurança adequados. Soma-se a isso a necessidade de acessar dados médicos remotamente. “A situação se agrava por não haver suficiente treinamento de risco cibernético entre os profissionais de saúde e, em muitas unidades de saúde, a tecnologia é desatualizada”, ressaltou. 

A LGPD na saúde 

Corsini ressalta quea nova Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) é um fator que vem se somar às preocupações das unidades de saúde no quesito segurança de dados. A LGPD (Lei nº 13.709/2018) visa proteger os dados pessoais, dando mais transparência aos seus titulares e detalhando obrigações para as empresas que os tratam. 

Segundo Toimil, essa norma, que se destina a regulamentar o uso de dados pessoais feito por empresas, inclusive nos meios digitais, se soma ao arcabouço legal nacional destinado à proteção de dados pessoais, como números de documentos e telefones, endereços eletrônicos e dados financeiros. Para isso, a lei traz princípios importantes, entre eles transparência, segurança e adequação no uso de dados pessoais. Toimil relata que a fiscalização do cumprimento da LGPD cabe à Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD). “Os problemas relacionados à proteção de dados e informações são tratados junto à ANPD e também ao Programa de Proteção e Defesa do Consumidor (PROCON) e até à justiça”, comentou.

Segurança de dados administrativos e financeiros 

Corsini ressalta que aspectos de gestão de clínicas e hospitais, envolvendo controle de dados administrativos e financeiros, proteção dos profissionais e de pacientes são viabilizados por plataformas de gestão no mercado, como a Online Clinic. “Nossa empresapermite que essas operações ocorram de forma integrada e segura, com a expertise do grupo EcommIT, um dos líderes em sistemas de pagamentos e gestão financeira no Brasil, que incorporou a Online Clinic em 2020”, afirmou Corsini.  O conselheiro da empresa relata que eles conversam com médicos com o objetivo de entender as necessidades e expectativas desses profissionais.

Estácio abordou a segurança nos sistemas cada vez mais integrados e digitais, em que se tornam ainda mais importantes as questões de privacidade e de segurança de informações. Ele destacou os sistemas de pagamentos seguros, de fácil uso e com agilidade na geração de relatórios, como ocorre no PayClinic, sistema integrado à plataforma da Online Clinic. “Quanto à segurança da informação, é importante ressaltar que a Online Clinic está em processo constante de adequação, não somente com relação ao seu suporte tecnológico como também à adequação às legislações pertinentes, como a LGPD”, resumiu. 

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